Customer stories
Da busca à conversa: a Wbuy reinventa o e-commerce com IA
Com a Wbuy AI, agentes inteligentes, modelos de linguagem e geração de imagens passam a entender o consumidor, consultar o catálogo real e transformar intenção em compra.

Encontrar o produto certo em uma loja virtual nem sempre é simples. O consumidor pode não conhecer o nome exato do item, ter dificuldade para navegar por dezenas de categorias ou precisar de ajuda para decidir entre diferentes opções.
Em uma loja física, um vendedor experiente consegue entender frases como “preciso de uma roupa para um casamento durante o dia” ou “quero algo parecido com esta foto, mas em outra cor”. No comércio eletrônico tradicional, esse tipo de solicitação normalmente termina em uma busca sem resultados, em uma conversa demorada com o suporte ou no abandono da compra.
A Wbuy está trabalhando para mudar essa experiência.
Com a Wbuy AI, a empresa está incorporando agentes inteligentes, modelos de linguagem e geração de imagens diretamente à operação de seus lojistas. A proposta não é apenas adicionar um chatbot à loja, mas criar uma experiência em que a inteligência artificial compreenda o consumidor, consulte informações reais do catálogo e ajude a transformar uma intenção em uma compra.
“O consumidor não deveria precisar aprender como uma loja virtual está organizada para conseguir comprar. A tecnologia precisa compreender o que ele deseja e ajudá-lo a chegar ao produto certo.”
— Fábio, CEO da Wbuy
Da busca por palavras-chave para uma conversa sobre o que o cliente precisa
Uma experiência típica pode começar assim:
- Um consumidor acessa uma loja procurando uma roupa para uma ocasião específica.
- Ele descreve o evento, informa suas preferências ou envia uma imagem como referência.
- A Wbuy AI interpreta o pedido e identifica características como estilo, cor, categoria e faixa de preço.
- O sistema consulta os produtos disponíveis na loja e apresenta opções compatíveis.
- Durante a conversa, o consumidor pode fazer novas perguntas, alterar preferências e pedir alternativas.
- Quando encontra o produto adequado, ele é conduzido para o carrinho e para o checkout.
A Wbuy AI conduz a conversa, interpreta o pedido e sugere produtos reais do catálogo.
Cada etapa depende de informações diferentes. O sistema precisa compreender linguagem natural, analisar imagens, consultar o catálogo, preservar o contexto da conversa e acionar os recursos corretos da plataforma.
“A diferença está em conectar a inteligência artificial à operação. Ela não pode apenas produzir uma resposta convincente. Precisa trabalhar com os produtos, regras e informações reais de cada lojista.”
— Paulo, CTO da Wbuy
Criando conteúdo para catálogos em escala
A experiência do consumidor é apenas uma parte do desafio.
Antes que um produto possa ser encontrado e recomendado, o lojista precisa cadastrá-lo adequadamente. Isso envolve produzir títulos, descrições, atributos, informações comerciais e imagens.
Para operações com centenas ou milhares de produtos, esse processo pode consumir dias de trabalho. Informações incompletas também prejudicam mecanismos de busca, campanhas publicitárias e a capacidade da própria inteligência artificial de recomendar os itens corretos.
A Wbuy AI utiliza modelos de texto para transformar informações básicas em descrições estruturadas, comerciais e adequadas ao contexto de cada produto.
Os recursos visuais permitem gerar ou aprimorar imagens, criar novas ambientações e desenvolver materiais para vitrines e campanhas. Dessa forma, o lojista consegue acelerar a publicação de produtos sem depender de um processo inteiramente manual para cada item.
Uma operação comum pode envolver:
- O lojista envia uma fotografia e algumas informações básicas.
- A inteligência artificial identifica características visuais e comerciais do produto.
- O sistema sugere título, descrição, atributos e conteúdo para divulgação.
- Modelos de geração de imagens podem criar novas apresentações visuais.
- O material é revisado e publicado dentro da própria operação da loja.
No painel da Wbuy, a IA gera título, descrição e imagens a partir de informações básicas do produto.
“O nosso objetivo é fazer com que uma pequena empresa tenha acesso a recursos que antes dependiam de uma grande equipe de conteúdo, design e tecnologia.”
— Fábio, CEO da Wbuy
Construindo agentes que não apenas respondem, mas executam
Para criar essa experiência, a Wbuy desenvolveu uma arquitetura baseada em diferentes capacidades especializadas.
Modelos de linguagem interpretam solicitações, produzem conteúdo e organizam informações. Modelos multimodais analisam imagens e relacionam referências visuais aos produtos. Sistemas de geração de imagens apoiam a criação de materiais comerciais.
Essas capacidades são conectadas por fluxos que determinam quais ferramentas devem ser utilizadas em cada etapa.
Em uma única conversa, o sistema pode precisar:
- identificar a intenção do consumidor;
- extrair preferências da mensagem;
- analisar uma imagem enviada;
- consultar produtos e variações;
- verificar informações comerciais;
- comparar alternativas;
- responder a perguntas;
- construir uma recomendação;
- direcionar o consumidor ao checkout.
A infraestrutura da HiNow ajuda a Wbuy a acessar, combinar e operar diferentes modelos de inteligência artificial dentro desses fluxos. O roteamento permite selecionar a tecnologia mais adequada para cada tarefa, considerando precisão, velocidade e custo operacional.
Para a Wbuy, essa estrutura reduz a dependência de um único modelo e permite incorporar novas capacidades à medida que a tecnologia evolui.
“Não estamos construindo a Wbuy AI em torno de um único modelo. Estamos construindo uma plataforma capaz de utilizar a melhor tecnologia disponível para cada etapa da experiência.”
— Paulo, CTO da Wbuy
Levando inteligência artificial para a realidade do lojista brasileiro
Grande parte das soluções avançadas de inteligência artificial ainda exige integrações, equipes técnicas e investimentos que não estão disponíveis para a maioria dos comerciantes.
A estratégia da Wbuy é diferente: incorporar essas capacidades diretamente à plataforma utilizada diariamente pelo lojista.
Isso permite que uma empresa utilize inteligência artificial para produzir conteúdo, melhorar imagens, atender consumidores e apoiar vendas sem precisar construir sua própria infraestrutura.
A tecnologia também considera características específicas do mercado brasileiro, como a importância do WhatsApp na jornada de compra, a necessidade de atendimento em linguagem natural e a diversidade de portes e níveis de maturidade entre os lojistas.
“A inteligência artificial só gera valor quando deixa de ser uma demonstração e começa a resolver problemas reais. Para os nossos clientes, isso significa vender melhor, produzir mais rápido e atender de uma maneira mais próxima.”
— Fábio, CEO da Wbuy
Resultados que precisam aparecer na operação
A Wbuy avalia o impacto da inteligência artificial pelo que ela consegue melhorar no cotidiano dos lojistas.
Entre os principais indicadores estão o tempo necessário para cadastrar produtos, a quantidade de conteúdos produzidos, o número de consumidores atendidos, a conversão das interações e a capacidade de resolver solicitações sem intervenção manual.
Os resultados já aparecem no dia a dia dos lojistas:
- redução de 70% no tempo de cadastramento de produtos;
- mais de 15.000 imagens e conteúdos produzidos;
- 250 mil interações processadas pelos agentes;
- crescimento de 35% na conversão das jornadas assistidas;
- redução de 60% no tempo de atendimento;
- 80% das solicitações concluídas sem intervenção humana.
Resultados da Wbuy AI na operação dos lojistas.
Esses dados demonstram que a inteligência artificial não está sendo utilizada apenas como um novo recurso de interface. Ela está modificando a produtividade dos lojistas e a maneira como consumidores encontram e compram produtos.
O próximo estágio do comércio eletrônico
A Wbuy está avançando para uma experiência em que cada loja possa ter agentes que conheçam seu catálogo, compreendam seus consumidores e acompanhem toda a jornada de compra.
No futuro, esses sistemas poderão manter o contexto entre diferentes interações, compreender preferências recorrentes e atuar de maneira cada vez mais integrada ao atendimento, ao marketing e à gestão comercial.
A visão é transformar lojas virtuais tradicionalmente estáticas em experiências mais inteligentes, conversacionais e personalizadas.
“Não queremos apenas colocar inteligência artificial dentro do e-commerce. Queremos repensar como as pessoas descobrem produtos, conversam com as marcas e tomam decisões de compra.”
— Fábio, CEO da Wbuy
À medida que os modelos evoluem, a Wbuy poderá ampliar o número de tarefas executadas pelos agentes e oferecer essas capacidades a um conjunto cada vez maior de empresas.
O HiNow continuará apoiando essa evolução com a infraestrutura necessária para operar modelos de texto, imagem e raciocínio, além de construir os fluxos que conectam a inteligência artificial às ferramentas da Wbuy.
Para a Wbuy, o objetivo permanece o mesmo: tornar tecnologias avançadas acessíveis aos lojistas e ajudar a definir o próximo estágio do comércio eletrônico brasileiro.


